A Náusea Sem Flor

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A Náusea Sem Flor

Ideias que afloram de uma mente excessivamente crítica.

  • Long time, no see

    Preciso postar mais aqui. Farei o possível.

    Posted on July 8, 2011

  • É difícil caminhar sobre o afiado fio de uma navalha; do mesmo modo, diz o sábio, é difícil o caminho da Salvação.

    Katha - Upanishad

    Posted on May 8, 2011

  • Ouçam. Recomendo... todas.

    Tagged: música music

    Posted on May 7, 2011

  • I will walk the path of righteousness, be it paved in broken glass

    Dawn of War: Warhammer 40000

    Posted on May 7, 2011

  • Tempos “modernos”

    Eu estava refletindo, após ler um livro que se passa nas décadas de 1920 e 1930, e cheguei à conclusão que atualmente falta elegância às pessoas. Não estou falando de roupas, não estou falando de “frescuras” cheias de pompa, e pessoas afetadas. Me refiro à elegância no sentido da não-vulgaridade, do respeito e do respeito próprio.

    Hoje em dia tudo é vulgarizado. Conforme a sociedade evoluiu no sentido das liberdades invididuais, começou-se também a noção de que somos livres para fazer tudo o que era (ou ainda é) proibido ou rechaçado. Esta mudança tem um paradoxo inerente, a meu ver: a liberdade de ser você mesmo e respeitar a liberdade do outro fazer o mesmo. É nisso que entra o meu ponto de vista sobre a “elegância”. Para mim, uma pessoa que respeita o próximo nas suas diferenças é uma pessoa elegante.

    Não é a questão de “não existem diferenças, todos somos iguais”. Somos todos iguais na medida em que somos todos humanos, mas o ser humano tem a sua individualidade. Há de se reconhecer a existência das diferenças e saber lidar com elas, e não fingir que não existem. Para mim, isso também é elegância.

    Acredito que hoje somos mais livres do que jamais fomos, dado o fato que vivemos em sociedade (e, sendo assim, considerando todas as restrições decorrentes disso). Acredito também que as pessoas, principalmente os jovens, não sabem lidar com a sua liberdade e “invadem” a liberdade dos outros. Ao mesmo tempo, modelam que podem invadir a liberdade dos outros porque a sua também é invadida pelos seus iguais, pois não batem o pé e dizem “Não aceito este tipo de atitude comigo”.

    Sei lá, em suma, acho que ter o tato para perceber as diferenças dos outros é essencial para podermos respeitá-las. Até mesmo, pensando logicamente, como você pode respeitar e aceitar algo que você não conhece, não consegue entender, definir? É como tocar um fantasma.

    Tagged: atualidade respeito individualidade sociedade

    Posted on May 7, 2011 with 5 notes

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